Ela fez história nas passarelas, é um dos nomes brasileiros mais conhecidos mundo afora e segue belíssima, mesmo com o passar dos anos. Contudo, coleciona algumas polêmicas ao longo da carreira e vida pessoal... Sim, estamos falando de Gisele Bündchen.
Em entrevista publicada pelo jornal "New York Post" em 2011, o designer Ted Southern, responsável por confeccionar as icônicas asas das “Angels” da Victoria’s Secret, fez duras críticas ao comportamento da ex-angel nos bastidores dos desfiles. Eita!
“Ela é muito difícil e está sempre gritando”, declarou o figurinista, que também trabalha com trajes espaciais da NASA. Segundo ele, a modelo brasileira falava alto, usava muitos palavrões e criava um ambiente tenso nos bastidores: “Ela está sempre aos gritos de um lado para o outro". Eita!
Na mesma entrevista, Ted fez questão de elogiar outra estrela da marca: “Heidi [Klum] é, de longe, a melhor modelo e a mais fácil para trabalhar. Ela é animada, engraçada e amiga de todo mundo". Vish... Será, minha gente!?
Gisele Bündchen trabalhou com a Victoria's Secret de 1999 a 2006, por um período de sete anos. Ela foi uma das modelos mais famosas da marca, conhecida e participou de diversos desfiles e campanhas. Contudo, no ano passado, a loira não marcou presença no "comeback" do desfile icônico.
A própria Gisele explicou sua decisão de não desfilar mais em entrevista ao jornal O Globo, em março de 2025. “Nunca disse que iria me aposentar, apenas que não iria mais desfilar. Nunca vou parar de trabalhar. Meu desejo é continuar criando até o dia em que eu morrer”, afirmou.
Mas os motivos da saída da "Victoria’s Secret" estavam registrados desde 2018, no livro autobiográfico “Aprendizados: Minha caminhada para uma vida com mais significado”. Na obra, Gisele admite que passou a se sentir desconfortável com a exposição corporal nas passarelas da grife.
“Eu estava certamente muito grata pela oportunidade e pelo retorno financeiro que a empresa me deu, mas eu estava em outra fase da minha vida e não tinha certeza se queria continuar trabalhando lá”, escreveu. E completou: “Conforme o tempo passava, eu me sentia cada vez com menos vontade de entrar na passarela usando biquíni ou fio dental. Me deem uma capa, asas, algo que me cubra um pouco.”
Ainda no livro, a modelo conta que a decisão de deixar a marca veio de forma inusitada. Sem conseguir chegar a uma resposta racional, ela recorreu ao acaso: escreveu “sim” e “não” em dois papéis, colocou em uma xícara e sorteou. Saiu “não”.
“Também era a resposta que meu corpo queria ouvir e acredito que ele ficou me alertando sobre aquilo durante dias. Peguei o telefone e falei: ‘Gente, quero agradecer pelos últimos anos juntos, por quererem trabalhar comigo de novo, mas eu não posso continuar, não posso ir contra esse recado’”, descreveu.
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